quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Para o ano que vem

Para o ano que vem, eu quero...
Esperança em dias melhores.
Amor bem gordo.
Paz interior.
Bastante amor próprio.
Sentir saudade para depois matá-la.
Viajar para depois voltar para casa.
Sentir o vento no rosto.
Rir de chorar e
Chorar de rir.
Chorar de emoção.
Rir de mim mesma.
Música lenta.
E também música agitada.
Amigos que segurem nas minhas mãos.
Ser surpreendida positivamente.
Beijo na bochecha.
Cheiro no pescoço.
Andar de mãos dadas.
Livros que me façam chorar.
Filmes que me façam rir e que me emocionem.
Comprar roupas novas.
Receber muitos torpedos de quem eu gosto.
Muitas horas perdidas (?) na internet.
Ver boa TV.
Dormir de madrugada.
E clichê:
continuar sendo feliz!

Defeitos

Íntegro vem de totalidade e integralidade.
É também ser inteiro e completo.
É quem se conserva puro e sem malícia.
Nem isso nem aquilo.
Pureza é bom, mas ter malícia também é fundamental.
Egoísta é aquele que ainda não aprendeu a se preocupar com o outro.
É quem acha que o mundo não vai além do seu próprio umbigo.
É quem não compreendeu que quanto mais se doa, mais se recebe.
Porque quanto mais eu me preocupo com outro e me dou ao outro, mais percebe-se que, pelo menos, no momento, meus problemas estão sob controle.
O egoísta está sempre tão cheio de problemas que ele nem consegue ajudar ao outro.
Mas ele tem problemas por que é egoísta ou é egoísta por que tem problemas? Rs.
Francamente falando, definir-se é muito difícil.
Falar das próprias qualidades então? Nem se fala.
Mas fácil, muito fácil é apontar-se os defeitos.
O que eu sou? Como sou?
Se eu digo que sou boa, quero dizer que sou boa predominantemente, ou seja, na maior parte do tempo, já que não há totalidade em ser uma coisa só.
Ninguém é sempre de um jeito.
Tudo está condicionado ao tempo e às circunstâncias.
Não importa o que se seja.
O que importa é ser o que se tem vontade e ainda mais importante:
Mudar quando se quer mudar.