O que leva alguém a se decepcionar com outro?
Quando se espera uma coisa e vem algo diferente?
E de quem é a culpa?
De quem apostou num comportamento ou de quem agiu diferente desapontando o outro?
Difícil saber.
É preciso saber bem mais do que isso.
É preciso conhecer a relação entre as duas pessoas, o caráter de cada uma delas, o contexto...
Bom, nem isso algumas vezes.
Isso é apenas uma análise fria.
Difícil é fazer julgamentos acertados quando se está dentro da situação.
E até mesmo fora dela.
Difícil saber.
Fácil julgar.
Difícil acertar.
Nem mesmo conhecer todos aqueles elementos livra alguém de uma decepção.
Ninguém vive sem esperar, aguardar, criar uma expectativa.
E isso por mais pessimista que alguém seja.
Não dá pra viver assim.
Sem confiar, sem acreditar, sem apostar, sem esperar.
Não dá pra viver a vida sozinho.
E mesmo diante de cada desilusão, quando não se tem mais vontade de apostar novamente...
ainda é melhor esperar que a lembrança da decepção se vá
Para que se possa apostar novamente.
Ainda é melhor esperar do que não apostar.
Faz parte da vida.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Fantasia
O primeiro amor dói mais?
Por isso diz-se que é aquele que não se esquece?
Lembramos mais da dor do que da não-dor?
Será por que tudo é novo?
Repetindo... é a primeira vez!
Não se sabe nada.
Há muita pureza.
Grandes sonhos também.
Há mais inocência.
Menos malícia.
Há mais verdade.
Com o passar do tempo, fica-se mais cético.
Mais pele.
Menos coração.
Os amores vão vindo.
Vão indo.
A dor que deixam é menor.
Será porque se ama menos?
Ou ama-se [a si próprio] mais?
Será maior o auto-amor?
Creio que sim.
Passamos a acreditar menos em fantasias.
Os contos de fada e as histórias de princesa ficam nos livros.
Mas bem no fundinho de cada coração feminino, ainda há o desejo de que pelo menos o final feliz seja real.
Sonhar é revigorante!
Por isso diz-se que é aquele que não se esquece?
Lembramos mais da dor do que da não-dor?
Será por que tudo é novo?
Repetindo... é a primeira vez!
Não se sabe nada.
Há muita pureza.
Grandes sonhos também.
Há mais inocência.
Menos malícia.
Há mais verdade.
Com o passar do tempo, fica-se mais cético.
Mais pele.
Menos coração.
Os amores vão vindo.
Vão indo.
A dor que deixam é menor.
Será porque se ama menos?
Ou ama-se [a si próprio] mais?
Será maior o auto-amor?
Creio que sim.
Passamos a acreditar menos em fantasias.
Os contos de fada e as histórias de princesa ficam nos livros.
Mas bem no fundinho de cada coração feminino, ainda há o desejo de que pelo menos o final feliz seja real.
Sonhar é revigorante!
Assinar:
Comentários (Atom)
