O primeiro amor dói mais?
Por isso diz-se que é aquele que não se esquece?
Lembramos mais da dor do que da não-dor?
Será por que tudo é novo?
Repetindo... é a primeira vez!
Não se sabe nada.
Há muita pureza.
Grandes sonhos também.
Há mais inocência.
Menos malícia.
Há mais verdade.
Com o passar do tempo, fica-se mais cético.
Mais pele.
Menos coração.
Os amores vão vindo.
Vão indo.
A dor que deixam é menor.
Será porque se ama menos?
Ou ama-se [a si próprio] mais?
Será maior o auto-amor?
Creio que sim.
Passamos a acreditar menos em fantasias.
Os contos de fada e as histórias de princesa ficam nos livros.
Mas bem no fundinho de cada coração feminino, ainda há o desejo de que pelo menos o final feliz seja real.
Sonhar é revigorante!
domingo, 8 de fevereiro de 2009
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