O torpor não são apenas os vícios consentidos.
Segue junto aos compulsivos.
Há mais do que se pode supor.
É um misto de loucura.
É a fuga de si.
É a busca por algo que não se encontra ali.
O torpor confunde os sentimentos.
Ora os exagera; ora os esconde.
O torpor obsta a sentir a dor.
E depois dele, esta é ainda maior.
O torpor é uma fuga burra.
É o caminho apressado dos que agem movidos pela emoção.
Ele nunca está acompanhado da razão.
O torpor não combina com a pureza.
Nem tampouco com a clareza.
Não rima com equilíbrio.
Não condiz com a vida.
Ele aniquila a alma.
Ah, o torpor...!
Segue junto àqueles que ainda não aprenderam a viver.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
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