sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Começando...

Preces, promessas e resoluções.
Ano novo é sempre lembrado como um momento de esperança e de renovação de sonhos.
É o momento em que se pode deixar de penitenciar-se pelas resoluções que não foram cumpridas.
Agora, tem-se a chance de fazer diferente - e melhor.
A contagem do tempo foi sabiamente dividida pelo homem em anos para que pudéssemos dar-nos a chance de recomeçar diante das coisas que não deram certo no passado.
E os anos são todos iguais - dias, meses e anos.
As expectativas é que são diferentes, já que muitas vezes os fatos continuam a se repetir ano após ano.
Trocar a página do calendário é uma boa forma de dar poder ao homem - de fazê-lo sentir que é dono de sua própria história e que pode dar a ela o rumo que deseja.
Isso é necessário ao homem.
Precisamos sonhar, ter esperanças, acreditar...
Dizem que o homem é um animal racional, no entanto, o homem precisa de um quê de emoção e imaginação para viver.
Sem tais componentes, a travessia da vida seria mais acidentada.
Sem isso, a vida é dolorosa.
É preciso acreditar que amanhã podemos fazer diferente.
O homem crescido ainda é como a criança que acredita que, por meio dos sonhos, pode construir o que ainda falta realizar.
Ao se fazer a retrospectiva de um ano passado, vêem-se sempre as mesmas coisas: boas e ruins. Não somente um tipo delas. Mas ambas.
Por mais otimista e feliz que seja alguém, seu ano não poderá ter sido apenas de boas recordações ou vice-versa.
Assim vê-se que as conquistas vêm juntas com as derrotas.
O que pode mudar é a maneira de recebê-las.
Se se muda a percepção das coisas.
Acreditar que cada sofrimento é uma oportunidade para crescer é uma boa maneira de receber as coisas ruins da vida.

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