É preciso a solidão para o auto conhecimento.
É preciso o silêncio de fora para poder ouvir o barulho de dentro.
Com frequência, é preciso uma folha de papel e caneta para o auto conhecimento.
Não conhecemos as pessoas.
Não nos conhecemos.
Diante da normalidade, julga-se que somos todos previsíveis.
Diante do inesperado, vêm as surpresas.
Não há pessoa que tenha sempre o mesmo comportamento.
As pessoas comportam-se de acordo com as outras que estão à sua volta.
E isso não é ser mascarado.
Mas ninguém é tão autêntico a ponto de se mostrar por inteiro diante de todas as pessoas.
Especialmente, diante dos diferentes.
Encenamos papéis.
E eles vêm de acordo com a impressão que queremos passar ao outro.
Sozinhos, nós somos todos nós mesmos.
domingo, 4 de janeiro de 2009
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Camila, querida,
ResponderExcluirParabéns pelo bolg! Em minha opinião você começou bem. É uma oportunidade para exercitar capacidade de expressão por meio da escrita. Espero poder ler seus posts e comentar.
Ainda bem que existe esse 'recurso' para fazermos uso, de forma a ocultar o que pensamos sobre as situações críticas irrelevantes.
A realidade nos cobra posicionamentos diante de fatos que precisam ser questionados. É nosso dever falar, até para ajudar corrigir possíveis imperfeições. Mas é necessário saber o momento de ficar calado.
Ninguém a pretexto de ser autêntico deve agir com deselegância, sem contribuir com o bom senso.
Abraços,
Antonio